quinta-feira, 5 de maio de 2011

As novas tecnologias como parceiras das administrações públicas

“Quando se fala em comunicação na política, há um vazio se não sabemos o que queremos. Por isso, o que agrega valor às políticas públicas é a forma e a maneira como vamos nos expressar. Cabe-nos mostrar que a política pode servir para melhorar a vida das pessoas. Ou mudamos a cara da política ou ela perde seu significado”. Dessa maneira, a deputada federal, Manuela D´Avila, respondeu à pergunta “Como as novas tecnologias de informação podem agregar valor às políticas públicas?”, tema que norteou a palestra realizada nesta quarta-feira, 4.

O debate marcou a abertura do segundo dia do 28º Congresso Mineiro de Municípios, evento promovido pela Associação Mineira de Municípios, que está sendo realizado no Expominas. O evento começou nessa terça-feira e termina nesta quinta-feira, 5.

Manuela D´Avila se notabilizou por utilizar a internet e as redes sociais para tornar públicas suas ações políticas. Sua estratégia tem surtido efeito, tanto que angariou 500 mil votos no último pleito para deputada federal, o que a fez campeã de votos no Rio Grande do Sul. Para ela, a sociedade da informação tem feito com que o setor público repense a forma de se comunicar.

“Não basta fazer, é preciso mostrar o que fazemos. Se vivemos em uma democracia, é nossa obrigação levar informação ao cidadão. Os políticos devem pensar na tecnologia como estratégia de gestão, para manter o mandato, para causas nobres, para a eleição. Contudo, o mais importante é utilizar a comunicação para aproximar a população da política. Nossa missão é fazer com que a política seja algo que o povo respeita”, considerou.

De acordo com a deputada, a internet e as redes sociais podem ser grandes aliadas das administrações públicas, se utilizadas de forma profícua. Do contrário, estarão fadadas ao insucesso. “A internet não muda nada na lógica da comunicação. Não basta falar, é preciso falar o que as pessoas querem ouvir. Possuir redes sociais não significa utilizá-las de maneira correta. Deve-se ter uma identidade na comunicação, falar para as pessoas entenderem”, ressaltou Manuela.

Para o superintendente da AMM, Waldir Salvador, a palestra de Manuela D’Avila servirá para que alguns gestores públicos reflitam e rompam alguns paradigmas. “A deputada nos deu uma prova de que não há limites para se comunicar bem na atualidade. Ela nos mostrou, porém, que não existe mais espaço para improvi


sações no setor. A comunicação necessita de profissionais preparados para utilizar todos os meios da melhor maneira possível”, analisou.

O superintendente aproveitou a ocasião para fazer um alerta aos gestores. “Ainda é tempo para mudar essa realidade. No entanto, quem não se comunicar de forma profissional estará
fora do mercado”, alertou Waldir Salvador.

Gaúchos lideram ranking de deputados mais influentes no Twitter

Dois gaúchos aparecem entre os três deputados federais mais influentes na rede social Twitter, segundo divulgou o site Twitrank.com.br, nesta sexta-feira. A deputada federal Manuela d´Ávila (PCdoB) e o deputado Paulo Pimenta (PT) aparecem no topo da lista, em primeiro e segundo lugares, respectivamente.

Conforme o site, “a influência é medida a partir da interação com outros twitters, menções, retweets e freqüência de tweets”. Em terceiro lugar, está Ronaldo Caiado (DEM-GO).

Além de Manuela e Pimenta, mais dois gaúchos integram o top 10 do site: Beto Albuquerque (PSB), que aparece na lista mesmo tendo assumido a Secretaria de Infraestrutura do governo de Tarso Gerno, e o deputado Marco Maia (PT), presidente da Câmara.

Entre os senadores, quem lidera é Cristovam Buarque (PDT-DF), seguido de Marina Silva (PV-AC). Álvaro Dias (PSDG-PR) é o terceiro.

O blazer de Manuela



Um detalhe chamou atenção ontem em meio ao noticiário sobre a análise que o STF faz em torno da validade da união civil entre homossexuais. A deputada Manuela D´'Avila queria assistir à sessão e, vindo de uma série de eventos em Belo Horizonte direto para a sede da corte suprema do país em Brasília, estava naturalmente bem vestida sob o critério do bom senso. Mas foi barrada porque... não estava usando blaser. Pois é: o critério da elegância ritualística do Supremo é o blazer e não se fala mais nisso. Se o resultado da votação, esperada para hoje, confirmar a validade da união civil gay (na verdade, validade da declaração de convivência, o que equivale a casamento civil em várias situações legais), terá dado um passo à frente rumo à realidade brasileira. Mas vai ficar sempre aquela pulga incômoda não atrás da orelha, mas bem diante do nariz, quanto ao detalhe do blazer.

Ora, como é que uma corte de tampas jurídicos da maior relevância tem a clarividência de legalizar a convivência homossexual para fins jurídicos a mesmo assim ainda exige, em 2011, que uma parlamentar não entre na sala onde seu plenário está reunido porque não está usando blazer - embora esteja, independente disso, vestida em condições nem um pouco agressiva diante das capas negras dos senhores ministros? Dá vontade de dizer que, sim, deputada Manuela, a gente gosta da atuação da senhora independente da forma como a senhora esteja vestida - mas aí o risco de ferir o decoro na abordagem pode sim, dar razão ao ultrapassado código de moda jurídica que ainda vige no STF, como bem demonstra o emprego dessa forma verbal tão antiga quanto toda essa discussão.

Manuela tem dito, no twitter ou no seu blogue (que agora está ali ao lado na lista dos outros pratos do Sopão) que o blazer é um detalhe. Tá certo, mas é o tipo do elemento menor que cresce de dimensão toda vez que se lembra que ele, na sua pequenez, só reforça o caráter inútil de certas prescrições associadas à liturgia do poder. Há sim um certo prazer exclusivista em funcionários, chefias e pequenos e grandes poderosos em fazer valer essas antiguidades. Mesmo que eles concordem, com cara de tolerância, em acabar com elas. É a velha história do poder do rei de decidir se o prisioneiro será morto ou não - o que vale não é o caráter imperial de mandar matar, mas o poder em si de tomar essa decisão; inclusive absolvendo o pobre diabo. O blazer de Manuela é uma atualização contemporânea desse antigo preceito. Abaixo o blazer e o poder que ainda veste sobre homens e mulheres.
Fonte: http://sopaodotiao.blogspot.com/2011/05/o-blazer-de-manuela.html

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os desafios do sistema prisional brasileiro


"É imprescindível a divulgação e replicação de exemplos bem sucedidos de presídios que cumprem seu papel e recolocam socialmente os apenados, com valorização da educação e do trabalho"

Um dos temas que vemos recorrentemente como pauta acerca de Direitos Humanos são os presídios e o atual sistema prisional brasileiro, regulamentado há 25 anos, em 1986. A situação com que deparamos hoje é complexa e exige soluções integradas, ou seja, precisamos de propostas que unam esforços dos governos federal, estaduais e municipais. Para termos uma ideia do quadro que enfrentamos, nove estados brasileiros têm, atualmente, uma população de mais de 120 mil presidiários. 

Uma boa notícia com relação a esse cenário vem do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, com base nos dados do Infopen (Depen), segundo o qual, nos últimos quatro anos, o crescimento da população carcerária tem sofrido uma retração. Entre os anos 1995 e 2005, a população carcerária brasileira saltou de pouco mais de 148 mil presos para 361.402. Ou seja, um aumento significativo de 143,91% em uma década, com média anual oscilante entre 10 e 12%. A partir de 2005 – com padrões de indicadores e informatização do processo de coleta de informações  implantado – a taxa de crescimento anual caiu para cerca de 5 a 7% ao ano. Ao final de dezembro de 2005, tínhamos uma população carcerária de 361.402. Em 2009, o número subiu para 473.626. Isso representa um aumento de 31,05%.

A retração do crescimento do número de aprisionados, apontada pelo Depen, pode ser atribuída a alguns fatores. Entre eles está a expansão da aplicação, por parte do Poder Judiciário, de medidas e penas alternativas; a realização de mutirões carcerários pelo Conselho Nacional de Justiça; a melhoria no aparato preventivo das corporações policiais, e a melhoria das condições sociais da população. 

Apesar da redução da taxa anual de crescimento de encarceramento, a situação é grave. Temos quase meio milhão de adultos presos. A maioria deles tem o ensino fundamental incompleto e está presa em decorrência de crimes contra o patrimônio (como furto e roubo) e pelo envolvimento com o tráfico de drogas (são 106.491). O déficit do número de vagas é de 194.650. Isso representa, na prática, superlotação. 

Mas o que faz termos uma população carcerária tão grande? Alguns aspectos podem ser parte da justificativa. O nível atual de desenvolvimento do país cresce, mas não é acompanhado de políticas de segurança e de inclusão social, por exemplo. Os direitos individuais e coletivos garantidos na Constituição Federal não são direitos de fato para parte da população (daí a importância da prioridade do governo Dilma ser o combate à pobreza extrema). O acesso desequilibrado à educação de qualidade, à cultura, ao esporte, ao lazer, à saúde, aos benefícios da ciência e da tecnologia, à informação, aos meios de obtenção de renda adequada e ao consumo também compõem esse cenário. Não há investimentos suficientes em prevenção (investe-se mais em punição). O acesso à Justiça não é universalizado. Temos, também, os problemas de remuneração, carreira, equipamento e formação das polícias e corpos de agentes penitenciários estaduais. O sistema não integrado das polícias também faz parte do quadro que vivemos. 

Destaco, por fim, o sistema penal discriminatório que possuímos: ao invés de recuperar os presos, os ambientes reforçam a criminalidade. Práticas comuns de tortura e sevícias sexuais no sistema precisam ser extirpadas. O chamado código de conduta interno dos apenados não pode prevalecer sobre o papel do Estado na recuperação desses seres humanos.

Determinante, também, para que tenhamos meio milhão de presidiários é o fato de que 43,2% da população carcerária são presos provisórios, ou seja, não foram julgados. Penso, portanto, que um mutirão de julgamentos poderia cumprir papel decisivo tanto para a promoção da justiça quanto no combate à superlotação dos presídios.

É urgente a reformulação desse sistema. É imprescindível a divulgação e replicação de exemplos bem sucedidos de presídios que cumprem seu papel e recolocam socialmente os apenados, com valorização da educação e do trabalho. Defendo a construção, a ampliação e a reforma de estabelecimentos prisionais de forma criteriosa. Não podemos perder a ideia de que, ao punirmos pela privação da liberdade aqueles que cometem crimes, estamos visando à sua recuperação e sua reincorporação à sociedade. O cerceamento temporário da liberdade não é medida simplesmente punitiva.

A discussão do sistema carcerário brasileiro é muito ampla, o que torna impossível sua discussão em apenas um artigo. Vamos continuar estudando e pautando o tema porque fazê-lo é de extrema relevância para o país. A política prisional deve ser parte de uma política mais ampla de segurança cidadã, que prescreva medidas sociais, urbanísticas, judiciárias e econômicas preventivas e democráticas, fundadas no protagonismo do povo brasileiro e em seu desejo de paz e segurança. 

Quero, por fim, alertar para dois temas: jovens e mulheres. Os presídios femininos nos trazem diversos questionamentos e trago a seguir alguns. Como são os tratamentos relativos à saúde da mulher nos presídios? Como ficam os filhos dessas mulheres, enquanto elas estão vivendo no regime de cárcere? Como é a sua rotina quando chegam grávidas aos presídios? Qual tratamento têm as crianças que nascem nos presídios?

O outro tema, da juventude, agrava ainda mais o quadro do sistema prisional brasileiro. Deixo-o propositalmente para o final desse texto, porque precisamos de uma reflexão especial sobre isso: 48% da população carcerária do Brasil é formada por jovens. São 126.929 os presos entre 18 e 24 anos, e 111.288 entre 25 a 29 anos. Juntos, somam um total de 238.217 jovens presos. Como construiremos um futuro diferente para o nosso país, se aqueles que o protagonizarão estão encarcerados?

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Manuela na reunião da UJS


No último sábado, dia 30, Manuela falou sobre conjuntura política nacional e internacional na reunião da direção estadual da União da Juventude Socialista do Rio Grande do Sul. A reunião que seguiu até o final da tarde debateu ainda a participação da UJS no congresso da UNE e na Conferência Nacional de Juventude.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Seminário juventude e desenvolvimento

Estudantes da região metropolitana discutiram, hoje, o papel da juventude no desenvolvimento. Eles tiraram dúvidas, conheceram um pouco mais sobre a história brasileira e seus períodos mais importantes.
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

UFRGS na serra

Hoje à tarde, a deputada Manuela participou de um importante ato em Caxias do Sul: a criação da comissão que trabalhará no projeto da extensão da UFRGS, com sede na serra gaúcha. O projeto tem apoio de polítcos e da sociedade. Manuela destacou que os sonhos sonhados por muitas pessoas é mais forte. Ela parabenizou a todos pelo primeiro grande passo na realização de um sonho.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fórum Planejamento Familiar como ferramenta de combate à miséria

Na noite de terça feira,12 de abril, entidades não governamentais, sociedade civil organizada e poder público se reuniram na Câmara Municipal de Porto Alegre para debater o planejamento familiar como forma de combater a miséria, evento organizado pela Frente Parlamentar em Defesa do Planejamento Familiar, Ongs Posso e Brasil Sem Grades.

O debate foi mediado pelo jornalista Lasier Martins. O coordenador do Centro Municipal de Planejamento Familiar, Dr. Marcelo Matias, apresentou um histórico dos métodos contraceptivos no mundo e a influência que tiveram na cultura .O representante da entidade Brasil Sem Grades, Luiz Fernando Oderich, falou sobre a importância da educação para o efetivo planejamento familiar. O prefeito de Alvorada, João Carlos Brum descreveu a experiência do programa de planejamento familiar implantado em seu município, projeto esse baseado no melhoramento do perfil familiar, onde o poder público da condições para que a sociedade possa melhorar as condições de vida da população.


O debate foi enriquecido com as perguntas da plateia, em grande parte composta por secretarias de saúde e assistência social de municípios da região metropolitana.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O papel do Estado e os meios de comunicação


Hoje à tarde, a assessora Cristina representou o mandato da Manuela no I Fórum da Igualdade. Os debatedores foram Altamiro Borges, Vera Spolidoro e Bia Barbosa.

Altamiro Borges, presidente do instituto Barão de Itararé, falou sobre o marco regulatório, destacando que se o Estado levar o projeto a diante os movimentos sociais mobilizarão a sociedade. Além disso, falou que a presença se conselhos, rádios comunitárias, TVs públicas significa ter um Estado atuante.

Vera Spolidoro, secretária de comunicação do RS, apresentou os projetos para democratizar a comunicação pública, entre eles a decisão do governo Tarso, de constituir o conselho estadual de comunicação.


Bia Barbosa, do coletivo de comunicação Intervozes,  reforçou a ideia de que a participação do Estado é decisiva para a democratização da comunicação.

Conselho Tutelar

No domingo passado, Porto Alegre elegeu seus novos Conselheiros Tutelares. Confira a seguir um artigo da deputada Manuela sobre a importância dessa eleição.

Conselho Tutelar e educação: trabalho no presente, investimento no futuro

“Lugar de criança é na escola”. Essa é uma máxima indiscutível e unânime. A educação é peça fundamental para a promoção de um futuro próspero para nossas crianças e nossos adolescentes e, principalmente, para a consolidação do país que queremos: desenvolvido, seguro, igualitário. E para a construção desse futuro alguns agentes do presente assumem papel de protagonistas: do trabalho deles, desenvolvido a cada dia, depende a viabilização do futuro que sonhamos.  

Estou falando dos conselheiros tutelares e do importante espaço que ocupam na nossa sociedade. Eles fazem parte da formação de nossas crianças e adolescentes, atuam na garantia de seus direitos e têm papel destacado de articulação e mediação em situações diárias de risco. Sempre defendi que o cuidado com as crianças e os adolescentes tem de ser prioridade e que não podemos mais negligenciá-los. Na prática, isso significa, também, valorizar os Conselhos Tutelares, dar a eles infraestrutura e apoio.

Porto Alegre entra nesse debate porque elege, no próximo dia 10, seus Conselheiros Tutelares. O Conselho – órgão permanente, autônomo e não jurisdicional – é encarregado pela sociedade para zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente. Criados por leis municipais, os Conselhos integram o quadro das instituições municipais e, ao lado do poder executivo das cidades, têm papel destacado na proteção de crianças e adolescentes. A estrutura legal do CT determina que ele desenvolva ações contínuas e ininterruptas. Mais, sua existência não depende de autorização de terceiros para o exercício das atribuições legais (conferidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente).

Diante de tamanho desafio e importância, defendo que o Conselho precisa ser mais valorizado, respeitado e divulgado. Sãos os conselheiros que conhecem a realidade das comunidades, das escolas e do entorno. São eles, portanto, que têm nas mãos os argumentos para convencer crianças e adolescentes a permanecerem nas escolas. Se uma criança (ou um adolescente) não frequenta a escola (47% não estão estudando), sujeita-se a situações adversas, que colocam em risco o seu desenvolvimento. Exemplo disso são os crescentes índices de violência, o consumo de drogas e o aliciamento de menores pelo tráfico. Sem educação, não há futuro, e o presente é sub-humano.

Contrariando a importância que a eleição dos conselheiros tutelares deve ter, o que temos visto no processo eleitoral porto-alegrense são mudanças que comprometem não apenas a legitimidade do processo, mas a participação popular no pleito – fundamental para seu sucesso. Os problemas existem desde a publicação do edital que regulamentaria a eleição: os documentos exigidos foram alterados, as regras da campanha sofreram diversas retificações, a forma de votação foi alterada e, por fim, a data da votação foi adiada – enquanto a campanha estampada em busdoor divulga, ainda, a data inicial (27/03).

Se são os responsáveis pelo acolhimento de crianças e adolescentes e pela garantia e incentivo da permanência deles na escola, os conselheiros tutelares, para sua segurança, precisam ser escolhidos pelo maior número possível de eleitores.  Hoje, o voto é facultativo, e o número de mudanças do processo de Porto Alegre só faz confundir os eleitores. Tantas mudanças dificultam o acesso às informações do pleito, geram confusão e fragilizam uma das eleições mais importantes para as transformações que a capital precisa viver. Como resultado, corremos o risco de termos um Conselho fragilizado. Ou seja, nossas crianças e nossos adolescentes estarão sujeitos a graves problemas decorrentes da não permanência na escola: violência, drogadição, tráfico, doenças, redução da expectativa de vida.

Manuela d'Ávila
Deputada federal (PCdoB) e presidenta da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Fórum da Igualdade

Porto Alegre sedia hoje a amanhã o I Fórum da Igualdade. O tema escolhido foi:uma outra comunicação é necessária. A deputada Manuela ressalto, mais uma vez, a importância da democratização da comunicação para a defesa da liberdade e para o acesso livre à informação.
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Rio Grande do Sul terá debates importantes a partir deste mês

Foi apresentado nesta manhã o calendário dos seminários promovidos em parceria pela ALERGS e pela Câmara dos Deputados. Manuela anunciou a participação do professor Boaventura no seminário sobre intolerância, que acontece em maio, em Porto Alegre.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cultura Digital: deputada Manuela participa de debate

Entrevista

Deputada Manuela participando do programa Conexão da Band. Direitos humanos em pauta.
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Juventude e desenvolvimento

A deputada Manuela realiza semanalmente um bate-papo em escolas para debater com os alunos sua participação na política e no desenvolvimento do Brasil. "Temos 54 milhões de jovens em nosso país, mas eles vivem realidades diferentes. Grande parte ainda tem direitos negligenciados e precisamos mudar isso para garantirmos um futuro melhor. E o futuro começa agora, aqui na sala de aula, com cada um de vocês", disse Manuela.

O bate-papo de hoje aconteceu na escola Paraná, em Porto Alegre.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Comissão Direitos Humanos e Minorias


Deputada Manuela, presidente da CDHM, recebeu minisrra Maria do Rosário. Pauas e trabalho conjuntos foram o centro do debate. "Garantir o direito humano de cada cidadão, é garantir seus direitos sociais, como educação, moradia e saúde. Por isso é fundamental trabalharmos de forma afinada com o governo Dilma", disse Manuela.
 
Acompanham a audiência, a assessora Cristina Ely e a jornalista Flávia.
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